O que é Logistica?

O conceito de logística é um conjunto de planejamento, organização, controle e realização de outras tarefas associadas à armazenagem, transporte e distribuição de bens e serviços integrando as funções sistêmicas desde a Produção até a Entrega de mercadorias e serviços, assegurando vantagens competitivas na Cadeia de abastecimento e a satisfação dos clientes. Pode-se dizer que os componentes de um sistema de logística são: atendimento ao cliente, previsão da demanda, comunicação da distribuição, controle de inventário, gestão de materiais, processamento de ordens e partes, suporte de serviço, seleção de planta e armazém, compras, embalagem, gestão de bens devolvidos, disposição de sobras e rejeitos, transporte e tráfego, e armazenagem. O objetivo mais importante da logística é criar um sistema para entregar os produtos ao destino final num tempo mais curto possível, reduzindo os custos. Para que isso ocorra, é preciso estudar rotas de circulação, meios de transportes, locais de armazenagem (depósitos) entre...
Saiba mais...

O que é logistica reversa?

Logística Reversa é o conjunto das operações relacionadas ao reaproveitamento ou reuso de produtos e materiais. A gestão destas operações é chamada de Gestão de Recuperação de Produtos (PRM – Product Recovery Management). Mas, a Logística Reversa se refere a todas as atividades logísticas de recolher, desmontar e processar produtos usados, partes de produtos e/ou materiais para garantir uma recuperação sustentável. A logística reversa tem como objetivo poder incluir a devolução de bens ao inventário ou armazém, devolução de bens ao fabricante original, venda dos bens num mercado secundário, reciclagem, etc. Antigamente, as empresas (fabricantes), não davam importância ao final da vida útil de seus produtos adquiridos pelos clientes. Porém, este cenário mudou com o passar dos anos. As principais razões para aderir à logística reversa são: 1. leis ambientes que forçam as empresas a receber de volta seus produtos e cuidar de seu tratamento. 2. benefícios econômicos de usar produtos devolvidos no processo produtivo, ao invés de descartá-los. 3. a crescente consciência ambiental dos consumidores. Ou seja, com a logística reversa, reduzimos gastos e ainda por cima ajudamos a preservar o meio ambiente. Nós temos bons lotes de produtos advindos de logística reversa para vender. Você têm interesse em COMPRAR ou VENDER produtos vindos de retorno de lojas e industrias? Então clique...
Saiba mais...

LOGÍSTICA REVERSA PÓS CONSUMO

Universidade Federal do Rio Grande do Norte Programa de Pós-Graduação em Engenharia da Produção. ALUNO: Nivaldo Pessoa Filho – PEP – UFRN E-mail: pessoalogistica@interjato.com.br ORIENTADOR: Professor Dr. José Alfredo Ferreira Costa – PEP – UFRN – E-mail: alfredo@ufrnet.br LOGÍSTICA REVERSA – PÓS-CONSUMO: RESÍDUO SÓLIDO DA LINHA BRANCA E SEU DESTINO FINAL NO MUNICÍPIO DO NATAL/RN. NATAL/RN 2008 LOGÍSTICA REVERSA: PÓS-CONSUMO: RESÍDUO SÓLIDO DA LINHA BRANCA E SEU DESTINO FINAL NO MUNICÍPIO DONATAL/RN. ALUNO: Nivaldo Pessoa Filho – PEP – UFRN – pessoalogistica@interjato.com.br. ORIENTADOR: Professor Dr. José Alfredo Ferreira. Costa – PEP – UFRN – alfredo@ufrnet.br. Resumo: O crescente aumento do consumo dos produtos industrializados, principalmente da linha branca, devido a estabilização da moeda com o Plano Real, aumentou o poder de compra da população brasileira das classes sociais C, D e E, principalmente no Nordeste Brasileiro. Por causa dos programas sociais dos Governos Federal, Estadual e Municipal, constatou-se um efeito cascata neste segmento, no momento da aquisição destes produtos, por parte das classes A e B., além da falta de legislação ambiental especifica para este segmento. Outro fator levantado foi o ciclo de vida do produto para sua fabricação, que é um grande impacto ao meio ambiente com a retirada dessas materiais. O presente artigo, desenvolvido por uma pesquisa bibliográfica do tipo exploratória, teve seus dados coletados através, de entrevistas informais com perguntas abertas e observação in loco. O objetivo geral deste trabalho é Estudar o descarte final dos resíduos sólidos após-consumo da linha branca, pela população no município do Natal/RN. Procurou-se discutir os conceitos, e a importância da logística reversa de pós-consumo como um diferencial no descarte desses materiais no meio ambiente, além de trazer uma grande economia para vários segmentos da sociedade, gerando divisas para o país e vida para o meio ambiente. Palavras-chaves: Logística pós-consumo; Meio Ambiente; Lei ambiental; Classes sociais. 1. INTRODUÇÃO Com a mudança de comportamento do consumo de produtos pela população, a administração dos resíduos sólidos (lixo) é hoje uma das grandes preocupações nas organizações, tanto Públicas como Privadas. Instituições e entidades ambientais têm divulgado números astronômicos sobre o assunto quando se refere ao resíduo produzido por essa população. Os eletrodomésticos de grande porte como refrigeradores, freezer, fogões e lavadoras de roupas pertencem ao segmento industrial de Linha Branca. Este tipo de indústria está presente no país desde o final da década de quarenta. Nos últimos anos, principalmente no período pós-Real, o setor...
Saiba mais...

Logística Reversa – Conceitos básicos e as práticas operacionais

Logística Reversa Uma visão sobre os conceitos básicos e as práticas operacionais by Leonardo Lacerda Introdução Usualmente pensamos em logística como o gerenciamento do fluxo de materiais do seu ponto de aquisição até o seu ponto de consumo. No entanto, existe também um fluxo logístico reverso, do ponto de consumo até o ponto de origem, que precisa ser gerenciado. Este fluxo logístico reverso é comum para uma boa parte das empresas. Por exemplo, fabricantes de bebidas têm que gerenciar todo o retorno de embalagens (garrafas) dos pontos de venda até seus centros de distribuição. As siderúrgicas usam como insumo de produção em grande parte a sucata gerada por seus clientes e para isso usam centros coletores de carga. A indústria de latas de alumínio é notável no seu grande aproveitamento de matéria prima reciclada, tendo desenvolvido meios inovadores na coleta de latas descartadas. Existem ainda outros setores da indústria onde o processo de gerenciamento da logística reversa é mais recente como na indústria de eletrônicos, varejo e automobilística. Estes setores também têm que lidar com o fluxo de retorno de embalagens, de devoluções de clientes ou do reaproveitamento de materiais para produção. Este não é nenhum fenômeno novo e exemplos como o do uso de sucata na produção e reciclagem de vidro tem sido praticados há bastante tempo. Por outro lado, tem-se observado que o escopo e a escala das atividades de reciclagem e reaproveitamento de produtos e embalagens tem aumentado consideravelmente nos últimos anos. Algumas das causas para isto são discutidas abaixo: Questões ambientais Existe uma clara tendência de que a legislação ambiental caminhe no sentido de tornar as empresas cada vez mais responsáveis por todo ciclo de vida de seus produtos. Isto significa ser legalmente responsável pelo seu destino após a entrega dos produtos aos clientes e do impacto que estes produzem no meio ambiente. Um segundo aspecto diz respeito ao aumento de consciência ecológica dos consumidores que esperam que as empresas reduzam os impactos negativos de sua atividade ao meio ambiente. Isto tem gerado ações por parte de algumas empresas que visam comunicar ao público uma imagem institucional “ecologicamente correta”. Concorrência – Diferenciação por serviço Os varejistas acreditam que os clientes valorizam as empresas que possuem políticas mais liberais de retorno de produtos. Esta é uma vantagem percebida onde os fornecedores ou varejistas assumem os riscos pela existência de produtos danificados. Isto envolve, é claro, uma...
Saiba mais...

Logística Reversa de Mercadorias de Devolução de Lojas

Logística reversa de mercadorias de devolução de lojas. Saiba mais! Solicite informações.
Saiba mais...

Definições Logística Reversa

Por Rogério Ramos De acordo com os especialistas Luiz Fernando Rodrigues Campos e Caroline V. de Macedo Brasil, frente ao mercado atual a Logística Reversa se tornou um diferencial competitivo para companhias “uma vez que aspectos referentes à reciclagem, ao reaproveitamento de materiais e ao tratamento de resíduos estão sendo cada vez mais valorizados pelos consumidores no momento da escolha da empresa em que irão comprar os produtos e/ou os serviços que utilizarão”. Esse subsistema logístico, responsável por dar respostas principalmente às demandas sociais voltadas ao contexto ecológico, possui uma gama de definições dada por estudiosos e organizações em várias partes do mundo. Contudo, mesmo frente a uma possível disparidade dos conjuntos que formulam as ideias, o princípio básico – minimização dos impactos ambientais através da reutilização de materiais – pode ser percebido em todas as definições. Seguem abaixo as mais recorrentes definições sobre o tema: “A atividade de planejamento, execução e controle do fluxo de matérias-primas, produtos em processo e produtos acabados (bem como os fluxos de informações relacionados), do ponto de consumo ao ponto de origem, de forma eficiente e eficaz, visando recapturar o valor ou destinar à eliminação adequada, cuidando do impacto dos custos relacionados a esse processo”. (Reverse Logistics Executive Council – RLEC, 2007) “Logística reversa é um amplo termo relacionado às habilidades e atividades envolvidas no gerenciamento de redução, movimentação e disposição de resíduos de produtos e embalagens”. (Council of Logistics Management – CLM, 1993) “É a área da logística empresarial que planeja, opera e controla o fluxo e as informações logísticas correspondente, do retorno dos bens de pós – vendas e de pós-consumo ao ciclo de negócio ou ao ciclo produtivo, por meio dos canais de distribuições reversos, agregando valores a natureza: econômico, ecológico, legal, logístico, de imagem coorporativa, entre outros”. (Paulo Roberto LEITE, 2003) “Processo de planejamento, implementação e controle da eficiência, do custo efetivo do fluxo de matérias-primas, estoques de processo, produtos acabados e as respectivas informações, desde o ponto de consumo até o ponto de origem, com o propósito de recapturar valor ou adequar o seu destino”. (Daniels ROGERS e Richard TIBBEN-LEMBKE,1998) “Termo utilizado para referir-se à logística na reciclagem, descarte e gerenciamento de materiais contaminantes que, numa perspectiva mais ampla, inclui atividades logísticas de redução de emissão, reciclagem, substituição, reutilização de materiais e descarte”. (James R. STOCK, 1998) “Cuida dos fluxos de materiais que se iniciam nos pontos de...
Saiba mais...

Cadeia de Suprimento e Logística Reversa

A chave para uma cadeia de suprimentos de sucesso não é somente planejar como distribuir seu produto, mas como trazer de volta tanto as devoluções de clientes como os produtos obsoletos. Gerenciar devoluções de forma efetiva permite que você resgate valores, reduza desistências e mantenha seus clientes felizes. A Liquidation auxilia a projetar, planejar e implementar uma cadeia de suprimentos reserva que suporta suas metas de lucro e maximiza o valor dos ativos. Trazemos à logística reversa o gerenciamento minucioso, os recursos e a tecnologia necessária para aumentar o controle e a recuperação de bens, aperfeiçoar o gerenciamento de informações e economizar tempo. Fornecemos a melhor experiência aos seus negócios para auxiliá-lo a recuperar valores ou gerenciar processos de reciclagem no descarte de seus bens com segurança. Os serviços incluem: Desinstalação de produtos acabados no local do cliente; Gestão de devoluções, recebimentos e triagem dos produtos devolvidos; Entrega expressa e troca de produtos danificados na entrega; Venda dos produtos no mercado secundário....
Saiba mais...

Compra de produtos com marcas próprias pode auxiliar as grandes redes de supermercados a realizar a logística reversa.

Compra de produtos com marcas próprias pode auxiliar as grandes redes de supermercados a realizar a logística reversa. O impulso de compra de produtos com marcas próprias – geralmente bem mais baratos do que os de marcas famosas – deve se mostrar como uma saída a ser utilizada por empresas do setor varejista, tanto para incrementar o faturamento, como para tentar resolver certas questões como a aproximação do consumidor à marca e a diminuição da dependência de produtos importados. Desta maneira, deve ajudar, aliás, a questão da logística reversa – a ser analisada em 2014 -, com a nova Lei dos Resíduos, que deverá entrar em vigor, mas ainda causa desconforto entre as empresas por falta de regras claras. A perspectiva é de que várias categorias tenham, nos próximos anos, um leque grande de marcas próprias disputando as gôndolas. Desta maneira, a dependência dos produtos importados poderá ser menor e, assim que for aprovada a norma para a logística reversa de resíduos, uma das maiores preocupações do varejo – o que fazer com os itens importados – possa ser até algo minimizado. Isso, claro, se houver realmente a ampliação de itens marca própria nas lojas. Afinal, esses produtos são produzidos por fornecedores locais, e a divisão da responsabilidade do descarte correto desses produtos poderia mesmo ficar mais prática, pois caberá ao comércio receber, em postos de coleta, as embalagens e demais produtos usados descartados pelos clientes. A indústria fará a separação dos materiais retornados para encaminhá-los à reciclagem ou aterros sanitários, dependendo da natureza do “lixo”. Responsável por fornecer cookies e biscoitos a players como as redes Dia e Pão de Açúcar, a Dauper registra crescimento médio de 35% ao ano e, segundo o diretor Comercial da empresa, Raul Matos, o uso das marcas próprias pode contribuir ainda mais com o setor varejista e proporcionar menor dependência aos bens de consumo estrangeiros. “A marca própria pode ajudar no sentido de suprir a inovação, que as empresas buscavam antes com os importados”, comentou ele. Com os negócios aquecidos, a previsão é da Dauper crescer 30% em 2013, com novos produtos e expansão da rede própria de lojas. Para o executivo da marca, o papel do segmento tem mudado no Brasil. “O desenvolvimento da marca própria hoje no Brasil já segue um pouco a Europa, onde os varejistas lançam tendências. Aqui, eles pegavam o que já existia, descobriam qual o preço,...
Saiba mais...

Investimentos em Logística Reversa

CEMPRE propõe modelo único de logística reversa com investimentos de R$70 milhões. Dois anos após a assinatura da Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que demorou duas décadas para ser aprovada no Congresso Nacional, o setor produtivo tem agora prazo para cumprir a obrigação legal de iniciar a logística reversa das embalagens – coleta e retorno do material reciclável à produção industrial após o consumo. Até 31 de dezembro, as empresas precisarão avançar no diálogo setorial, concluir estudos de viabilidade econômica e apresentar um plano sobre como funcionará o sistema brasileiro de reciclagem, a ser aprovado pelo governo federal para entrar em operação no começo de 2013. No ano seguinte, conforme determina a legislação, os lixões deverão estar erradicados, o que exigirá investimentos na construção de um parque nacional de indústrias recicladoras capaz de absorver como matéria-prima o que hoje é descartado a céu aberto. “Chegamos a um momento crucial para a lei sair do papel”, diz Victor Bicca, presidente do Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre). A instituição articulou uma coalizão de 25 associações empresariais para propor um modelo único de logística reversa que seja economicamente viável. O sistema será baseado no fluxo único de materiais por meio da coleta seletiva municipal. Está previsto um investimento privado inicial de R$ 70 milhões, parte a ser aplicada na qualificação de cooperativas de catadores, que precisarão aumentar a capacidade de processamento. Na primeira fase, terão prioridade os 65 municípios e regiões metropolitanas que representam 35% dos resíduos gerados no país, incluindo as cidades-sede da Copa do Mundo. O plano da iniciativa privada é expandir os pontos de entrega voluntária de lixo reciclável pela população e até recomprar embalagens após o uso, de maneira a garantir preços atrativos para quem vende a sucata. A meta é dobrar a reciclagem no Brasil em vinte anos, atraindo novos investimentos, o que esbarra na falta de instrumentos econômicos para estímulo do mercado, não definidos pela nova legislação. O Decreto 7.619, de 2011, estabelece como incentivo o crédito presumido de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para indústrias que comprarem matéria-prima reciclável diretamente das cooperativas. A alíquota do desconto varia de 10% a 50%, conforme o tipo de resíduo. “A medida, tímida, não surtiu efeito no mercado”, analisa Auri Marçon, presidente da Associação Brasileira da Indústria do PET. A maior parte do lixo reciclável do país não é processada por cooperativas, mas por empresas recicladoras,...
Saiba mais...

Logística Reversa e Coleta Resíduos Sólidos

Falta de conhecimento sobre logística reversa desafia coleta de resíduos sólidos. O pouco conhecimento a respeito de logística reversa pode ser um dos principais problemas que a indústria brasileira enfrentará para elaborar e colocar em prática um Plano Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). A conclusão é de especialistas e até de autoridades do governo. Para o diretor do departamento de competitividade industrial do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Externo (Mdic), Alexandre Comin, a falta de conhecimento sobre o assunto é uma das maiores dificuldades enfrentadas tanto pelo governo federal como pelas indústrias, para pôr um plano em ação. “Acho que a primeira peça importante que nós colocamos nesse quebra-cabeça foi o estudo de viabilidade técnica e econômica. Foi quando percebemos, há mais ou menos dois anos, com o início do processo, que tínhamos um conhecimento muito escasso sobre o tema”, explicou. Falta de preparo O especialista em direito ambiental e em criminalística do Pinheiro Pedro Advogados, Fernando Pinheiro Pedro, concorda com o representante do ministério no que diz respeito à falta de preparo. Ele cita ainda que, atualmente, existem poucos profissionais aptos, no mercado brasileiro, para desenvolver o PNRS. “O País está lotado de ‘palpiteiros’ e existe uma falta de compromisso por parte de algumas instituições”, afirmou o especialista. Segundo o advogado, há um desconhecimento e uma ignorância muito grande em relação ao assunto. “Além disso, nota-se que alguns ainda não têm certeza absoluta de que a lei entrará em vigor”, ressaltou o advogado. Como anunciado pelo governo federal, em 2014 as empresas que têm unidades no Brasil, deverão dar início ao seu projeto de captação e reaproveitamento de resíduos sólidos. Isso envolverá todo o setor, com o objetivo de diminuir o desperdício de material e incentivar a reciclagem de matéria-prima no País. Segundo Comin, os primeiros estudos realizados, sobre o assunto, pelo Mdic, ajudaram todos os profissionais envolvidos no projeto a se nortear e a ganhar mais conhecimento sobre o tema. No entanto, ele acredita que ainda serão necessários muitos estudos e pesquisas para aprimorar os projetos que já estão sendo desenvolvidos. “Nosso primeiro inimigo é a nossa ignorância. Nós temos um conhecimento limitado sobre uma série de aspectos, por isso, estamos tentando trabalhar nas linhas de menor resistência, como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e com agências de fomento”, disse Comin, em encontro realizado, na última sexta-feira, pela Associação Brasileira da Indústria...
Saiba mais...

Reciclagem de produtos eletroeletrônicos

A problemática da reciclagem de produtos eletroeletrônicos órfãos. A problemática criada em torno da destinação e reciclagem de produtos órfãos (como são chamados os itens importados que não tem um fabricante responsável no País ou entram de forma ilegal) pelas fabricantes nacionais de eletroeletrônicos pode ser resolvida por intermediação do governo, que levanta a possibilidade das empresas brasileiras não precisarem se responsabilizar pela reciclagem das peças. Segundo o diretor socioambiental da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), André Saraiva, as companhias nacionais poderiam arcar 100% com a logística reversa e a reciclagem dos órfãos. Entretanto, de acordo com o edital de chamamento para Propostas de Acordo Setorial para Implantação do Sistema de Logística Reversa de Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos no Brasil, lançado no início do ano pelo Ministério do Meio Ambiente, as fabricantes nacionais são responsáveis, nos primeiros cinco anos do projeto, pela reciclagem de 17% do volume comercializado por elas, o que permite o não envolvimento das empresas no processo de tratamento dos produtos considerados órfãos. “Não temos mais obrigação de cuidar de produtos que foram fabricados por estrangeiras. Tenho que fazer minha parte reciclando 17% do volume que comercializo”, afirma Saraiva. Para o consultor ambiental e diretor do Pinheiro Pedro Advogados, Fernando Pinheiro Pedro, as brasileiras, entretanto são responsáveis pela reciclagem dos resíduos órfãos. “Essas companhias devem se responsabilizar pela recuperação desses itens levando em consideração a afinidade de seus produtos com esses materiais produzidos por empresas estrangeiras sem sede no Brasil”, explica Pinheiro Pedro. Em 2011, a Abinee começou a trabalhar em cima de um estudo que levou a criação da Logística Reversa dos Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos (REEE). O documento aponta sete desafios a serem superados pelo setor para a implantação do projeto ambiental. Entre eles está a responsabilidade e a forma de custeio dos produtos órfãos. Com base em dados reunidos no documento, a linha verde (celulares, impressoras, notebooks, etc.) é a mais afetada pela entrada desses itens no mercado informal brasileiro. Os dados retirados do Relatório GIA, elaborado pela Global Intelligence Alliance, apontam uma penetração de 2% desses produtos no segmento de impressoras, 20% em celular, 25% em notebook e 33% em desktop. Em relação à linha branca (geladeiras, fogões, etc.), esses números são menos expressivos. Apenas o ar condicionado sofre com 0,5% de penetração de produtos órfãos, enquanto os demais itens somam 0%. Para Pinheiro Pedro, as peças importadas ou...
Saiba mais...

Implementação da logística reversa

Vantagens com a implementação da logística reversa. Vocês com certeza conhecem a frase de Winston Churchill que diz: “Um otimista vê uma oportunidade em cada calamidade. Um pessimista vê uma calamidade em cada oportunidade.” E agora devem estar se perguntando: Mas Patrícia, o que isso tem a ver com Logística Reversa? E eu lhes respondo: TUDO! Principalmente neste momento em que estamos vivendo, no qual constantes desastres naturais são noticiados frequentemente, aumento da quantidade do lixo, poluição, efeito estufa, Política Nacional de Resíduos, entre outros… Então me pergunto: O ser humano é tão capaz de realizar grandes projetos, inventar um sem-fim de produtos e facilidades, por que não inventar algo para resolver o problema do lixo urbano e ao mesmo tempo atender as legislações ambientais existentes? A questão é que já existem diversas soluções para estes problemas, basta entusiasmo e vontade para implementá-las e visão para perceber o retorno do investimento a longo prazo. Muitas pessoas me escrevem perguntando: Quais benefícios/vantagens minha empresa terá se implementar um processo de logística reversa? Terei somente custos? E eu respondo: Vários… Se a empresa implementar um processo de logística reversa adequadamente, visando um retorno de longo prazo, terá inúmeros benefícios, de ordem econômica e financeira, legal, ambiental e de imagem corporativa, além de obter vantagem competitiva sustentável perante os concorrentes. E o que seria essa tal de vantagem competitiva sustentável? É aquela que somente se obtém com um planejamento a longo prazo, no qual são estudados todas as etapas do processo incluindo a sua revisão e realimentação, ou seja, é aquela que o concorrente não conseguirá simplesmente “copiar”. Destacarei aqui a explicação de algumas vantagens para que a idéia fique mais clara: Vantagem econômica e financeira – É o retorno monetário que as empresas que implementam a LR obtém, como por exemplo, a economia e ganhos obtidos com o reaproveitamento de materiais, com a utilização de embalagens retornáveis, com a venda dos resíduos no mercado secundário, com a compra de matéria-prima reciclada no lugar de matéria-prima virgem, além disso, é possível reduzir custos com reclamações e processos de clientes e obter maiores níveis de venda devido a um melhor atendimento ao consumidor. Ainda devo citar as oportunidades de negócios geradas com os novos nichos de mercado, como o caso das empresas retroprocessadoras de resíduos e do desenvolvimento de tecnologias limpas que possibilitam a venda de patentes. Posso citar o exemplo de uma...
Saiba mais...

Empresas transformam resíduos em um grande negócio

Grandes empresas concordam: transformar resíduos em novos produtos é um ótimo negócio. A americana P&G, uma das maiores empresas globais de bens de consumo, anunciou recentemente com alarde que 48 fábricas, de um total de 158 que tem por todo o mundo, realizaram a façanha de não enviar mais para aterros sanitários sequer 1 grama de lixo. Entre elas a fábrica da companhia em Manaus, que desde 2012 converte o lodo de sua estação de tratamento de efluentes em combustível para fornos de cimenteiras e reutiliza rebarbas das hastes das lâminas da Gillette, antes descartadas, na produção de novos aparelhos de barbear. O anúncio da P&G é fruto de um movimento que começou lá fora há menos de uma década e vem ganhando força no Brasil: a onda zero waste, por aqui chamada de “aterro zero” ou “resíduo zero”. A primeira fábrica da P&G a abandonar os aterros foi a de Budapeste, na Hungria, em 2007. Outras companhias, como a empresa química DuPont e a montadora GM, entraram na onda logo depois. Todas elas motivadas por uma razão pragmática: nos países ricos, o custo da disposição dos resíduos em aterros está cada vez mais alto. Na Europa, desde 2004 a legislação ambiental impõe uma série de impostos sobre a prática. Lá, o preço médio que uma empresa paga hoje para aterrar 1 tonelada de lixo é 140 euros. Aqui, mandar o lixo para os aterros é bem mais barato: o valor oscila de 60 a 120 reais por tonelada devido à concorrência desleal com formas inadequadas de disposição, como lixões clandestinos. Há, porém, uma tendência inexorável de que esse custo suba e, por isso, as empresas estão se mexendo. Além disso, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, sancionada em 2010, prevê que as companhias façam uma gestão mais criteriosa de seus resíduos. Outro fator é que a maioria não quer ter suas fábricas associadas a imagens de poluição e sujeira. Na corrida rumo ao “aterro zero”, as empresas no Brasil estão em estágios diferentes de evolução. A fábrica da P&G em Manaus é a única da companhia no país que já se livrou dos aterros, mas suas outras quatro unidades localizadas aqui devem se juntar ao grupo em breve — todas têm um índice de aproveitamento de resíduos igual ou superior a 80%. O desempenho da Ambev, que tem 36 fábricas, é ainda mais surpreendente. Sua unidade de Manaus...
Saiba mais...

Logística Reversa e Sustentabilidade

Uma reflexão teórica sobre a aplicação da teoria da logística reversa nas organizações, como fonte de vantagem competitiva e sustentabilidade econômica e ecológica. Para que possamos pensar em benefícios e prejuízos para os indivíduos, às organizações, à sociedade e ao meio ambiente. Contextualização da temática Com a atual preocupação com o desenvolvimento econômico, social e ambiental das nações, as pesquisas em estudos organizacionais podem contribuir para a melhoria das condições de vida dos indivíduos e também com questões ambientais emergentes. Neste campo de estudos, a logística reversa vem sendo estudada recentemente no ambiente acadêmico. E Algumas organizações estão colocando em prática. Mas a busca por competitividade em prol da redução de custos talvez seja um desafio às organizações. Pois a percepção de que atividades ligadas a sustentabilidade possam onerar os custos de produção ainda podem ser efeitos de percepções culturais dos indivíduos. Neste ponto, as pesquisas acadêmicas podem contribuir para reduzir este impacto no mercado. Por meio de uma conscientização da sociedade pela diminuição de impactos ambientais e também na melhoria da imagem da organização perante o consumidor ou clientes. Ou seja, que se traduza em competitividade perante consumidores e concorrentes. Portanto, realizar uma investigação que trate ao mesmo tempo de desafio ambientais, da sustentabilidade, da vantagem competitiva e também da logística reversa. Portanto, buscar conclusões sobre a vida organizacional saudável e que contribua positivamente com o meio ambiente e a sociedade. Entretanto, há estudos que apontam para a obtenção de vantagens competitivas com a utilização de canais de distribuição reversos nas empresas por meio do retorno do mercado de materiais que podem ser desenvolvidos produtos, embalagens e informações (LEITE, 2006). Apesar de um grande número de pesquisa sobre logística, há uma pequena quantidade que estuda a análise estratégica da logística e com suas principais políticas (WANKE, 2005). A logística reversa cria uma sensibilidade ecológica nas organizações e também se preocupa com os objetivos econômicos. Por isso a intenção de investigar a logística reversa e a sustentabilidade na perspectiva da geração de vantagem competitiva às organizações. Os objetivos de uma pesquisa nesta área pode ser: a) investigar as vantagens competitivas de organizações que adotaram a logística reversa em sua gestão; b) conhecer os desafios da utilização da logística reversa como ferramenta estratégica; c) analisar os resultados econômicos, sociais e ambientais da prática da logística reserva no mercado. A possibilidade do desenvolvimento de ferramentas organizacionais que proporcionem o crescimento econômico...
Saiba mais...


Liquidation - Sobras Salvados Refurbished Pontas de Estoques e Logística Reversa Sobras de Estoques, Ativos de Baixo Giro, Salvados, Refurbished, Excesso de Estoque, Pontas de Estoques, Outlet, Corporate Barter e Logística Reversa., Se sua empresa necessita rapidamente de espaço, armazenamos suas Sobras de Estoques em nosso armazém e cuidamos de vendê-lo através do serviços de venda vend excesso de estoque, sobras de estoques, ativos de baixo giro, salvados, pontas de estoques, outlet, logística reversa, corporate barter, refurbished, atacado, atacadista, comprar, vender, venda consignada