Como os componentes eletrônicos são reciclados ?

Como os principais componentes de eletrônicos são reciclados? Grande parte do lixo eletrônico pode ser reciclado, mas nem todo mundo sabe como fazê-lo. O mundo inteiro sofre com o descarte indevido de aparelhos eletrônicos: os seus componentes apresentam metais pesados (como chumbo, níquel e cádmio) capazes de poluir o solo e os lençóis freáticos. Monitores e televisões de tubo contêm, em média, 1,4 kg de chumbo, o qual pode causar danos ao sistema nervoso e reprodutivo quando ingerido. Dado esse perigo, saber como os eletrônicos são reciclados é de fundamental importância. Como se livrar do e-lixo Primeiramente, o ideal é nunca jogar fora um aparelho eletrônico junto com o lixo comum: por mais que você o separe como “lixo reciclável”, os aterros sanitários brasileiros não estão preparados para realizar o processo de reciclagem específico de celulares ou computadores. Para isso, você precisa contatar a empresa responsável pela fabricação do aparelho ou um serviço especializado de reciclagem: eles podem ir até a sua casa buscar o eletrônico. Caso você não saiba de nenhum lugar com essa função, a ONG brasileira E-Lixo Maps mostra a empresa de reciclagem capacitada mais próxima da sua casa. Entretanto, jogar fora produtos tecnológicos é o procedimento menos recomendado, já que mesmo estragados eles ainda possuem muitos componentes reaproveitáveis. Dados da Global Intelligence Alliance indicam que 35% dos consumidores não descartam os aparelhos antigos: como o valor pago é muito alto, o eletrônico é mantido guardado. Outros 30% os doam para instituições de caridade. Já cerca de 20% revendem o produto e 7% o jogam fora, de fato. Levando isso em conta, o Brasil parece ainda descartar menos eletrônicos do que países mais desenvolvidos, o que é bom por questões ecológicas. O processo de reciclagem Reciclar produtos eletrônicos é interessante não apenas para preservar o meio-ambiente, mas também para economizar na produção de novos aparelhos. Afinal, durante a reciclagem é possível recuperar, a partir de placas e chips, uma pequena quantidade de ouro, prata, índio, cobre e outros metais nobres; são 17 tipos ao todo. Por exemplo, em uma tonelada de PCs existe mais ouro do que em 17 toneladas do minério bruto do metal. Embora já sejamos capazes de separar os principais componentes de aparelhos eletrônicos, no Brasil ainda não existe um método para realizar a separação detalhada de metais nobres. Apesar disso, esse lixo é vendido e exportado para países com a tecnologia necessária:...
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Reciclagem de produtos eletroeletrônicos

A problemática da reciclagem de produtos eletroeletrônicos órfãos. A problemática criada em torno da destinação e reciclagem de produtos órfãos (como são chamados os itens importados que não tem um fabricante responsável no País ou entram de forma ilegal) pelas fabricantes nacionais de eletroeletrônicos pode ser resolvida por intermediação do governo, que levanta a possibilidade das empresas brasileiras não precisarem se responsabilizar pela reciclagem das peças. Segundo o diretor socioambiental da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), André Saraiva, as companhias nacionais poderiam arcar 100% com a logística reversa e a reciclagem dos órfãos. Entretanto, de acordo com o edital de chamamento para Propostas de Acordo Setorial para Implantação do Sistema de Logística Reversa de Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos no Brasil, lançado no início do ano pelo Ministério do Meio Ambiente, as fabricantes nacionais são responsáveis, nos primeiros cinco anos do projeto, pela reciclagem de 17% do volume comercializado por elas, o que permite o não envolvimento das empresas no processo de tratamento dos produtos considerados órfãos. “Não temos mais obrigação de cuidar de produtos que foram fabricados por estrangeiras. Tenho que fazer minha parte reciclando 17% do volume que comercializo”, afirma Saraiva. Para o consultor ambiental e diretor do Pinheiro Pedro Advogados, Fernando Pinheiro Pedro, as brasileiras, entretanto são responsáveis pela reciclagem dos resíduos órfãos. “Essas companhias devem se responsabilizar pela recuperação desses itens levando em consideração a afinidade de seus produtos com esses materiais produzidos por empresas estrangeiras sem sede no Brasil”, explica Pinheiro Pedro. Em 2011, a Abinee começou a trabalhar em cima de um estudo que levou a criação da Logística Reversa dos Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos (REEE). O documento aponta sete desafios a serem superados pelo setor para a implantação do projeto ambiental. Entre eles está a responsabilidade e a forma de custeio dos produtos órfãos. Com base em dados reunidos no documento, a linha verde (celulares, impressoras, notebooks, etc.) é a mais afetada pela entrada desses itens no mercado informal brasileiro. Os dados retirados do Relatório GIA, elaborado pela Global Intelligence Alliance, apontam uma penetração de 2% desses produtos no segmento de impressoras, 20% em celular, 25% em notebook e 33% em desktop. Em relação à linha branca (geladeiras, fogões, etc.), esses números são menos expressivos. Apenas o ar condicionado sofre com 0,5% de penetração de produtos órfãos, enquanto os demais itens somam 0%. Para Pinheiro Pedro, as peças importadas ou...
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Lixo Eletrônico Reciclado

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