Comprar Vender Refurbished

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Mercadorias de Seguradoras

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Assessoria e Consultoria em Corporate Trade

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Como é feita a reciclagem do lixo eletrônico ?

Como é feita a reciclagem do lixo eletrônico ? A reciclagem do e-lixo consiste em 3 passos fundamentais: coleta, desmontagem/pré-processamento e refinação (processo final). Sendo mostrado na figura abaixo. Para cada passo há uma empresa ou pessoa especializada, sendo a eficiência dependente de cada uma dessas etapas. A coleta do e-lixo é a parte mais crucial, pois determina o montante de material a ser reciclado. Essa etapa pode ser comparada ao carroceiro de rua que separa o papelão, latas, entre outros. Mas, nesse caso, a pessoa que faz a coleta pega o material, por exemplo, o computador, e retira a placa mãe, memória RAM, etc (partes que contém grande quantidade de metal precioso) e a manda para uma empresa de reciclagem mais especializada, onde será feita a desmontagem. O foco da desmontagem/pré-processamento é liberar os materiais e encaminhá-los para processos adequados de tratamento final. As substâncias perigosas devem ser retiradas, armazenadas ou tratadas de forma segura, enquanto componentes valiosos/materiais deverão ser retirados para reutilização ou para ser direcionado para processos de recuperação. Isto inclui a remoção de baterias, capacitores, para então ir para o pré-tratamento. Baterias dos dispositivos podem ser enviadas para instalações específicas para a recuperação do cobalto, níquel e cobre. A refinação de metais após o pré-tratamento ocorre em três principais destinos: os pedaços de ferro são direcionados para usinas siderúrgicas, os pedaços de alumínio vão para fundições de alumínio, enquanto pedaços de cobre, chumbo, circuitos e outros metais preciosos vão para fundições de metal, que recuperam os metais preciosos, cobre e outros metais não-ferrosos, enquanto isola as substâncias perigosas. Por fim, há a reutilização desses materiais. Por que vale a pena reciclar. Em meados de 2008, o Centro de Computação Eletrônica (CCE) da USP fez coletas do lixo eletrônico existente dentro do próprio CCE. Todos os participantes desse centro levaram os equipamentos de suas casas e, desse modo, juntaram 5 toneladas de produtos descartados. Quando ofereceram esse lixo para empresas de reciclagem, eles descobriram que a quantia paga por esse montate foi de apenas R$1200. Perceberam, então, que as empresas de reciclagem se interessam apenas por um tipo de material, por exemplo, se o foco de uma empresa for metal precioso, ela não vai se interessar em pagar pelo plástico usado em computadores, celulares, entre outros. Tereza Cristina Carvalho, diretora CCE da USP, afirma que um computador desmontado pode valer de R$ 24 a R$ 40...
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O que é Refurbished ?

A tradução para refurbished é recondicionado ou renovado, e essa tradução cria uma imagem de que o aparelho refurbished foi usado, desgastado e arrumado por um técnico. Mas este aparelho tem tanta qualidade quanto um aparelho não RB. Em todo o mundo e também aqui no Brasil, este processo ocorre em várias empresas que fabricam ou montam diversos produtos. Um contato com algum profissional da área da qualidade poderá explicar mais profundamente o assunto e, certamente, desmistificar de vez a imagem de que um aparelho RB é ruim e que não tem valor algum. Essa nova sigla foi criada para diferenciar produtos que tiveram que passar por uma revisão extra dentro da empresa que o fabricou. O primeiro tipo de RB chamada de incompany, surge quando, ainda na linha de montagem é detectado algum problema no produto. Este aparelho deve ser retirado da linha de montagem e passar por uma revisão minuciosa nas mãos de operários altamente capacitados, para ficarem iguais aos demais que saíram pelo final da linha de montagem. Porém, a norma ISO não permite que este aparelho receba o mesmo certificado que os demais, marcando-os como REFURBISHED. Esse tipo de RB recebe o nome de incompany porque o equipamento não chega a sair da empresa. Já o tipo RB return to company foi expedido algum dia pela empresa saindo pelo final da linha de montagem mas, por algum motivo ele teve que retornar à empresa para passar por um processo de revisão (aparelho ficou no estoque de alguma loja com produtos em consignação e esta devolveu para o fabricante; comprador não ficou satisfeito com o produto e devolveu para a loja, que por sua vez devolveu para o fabricante). A norma ISO determina que qualquer aparelho que volte para o fabricante depois de ser expedido uma primeira vez, também deve receber a sigla RB quando for expedido novamente. O nome return to company e dado porque o equipamento volta para o fabricante. A tradução para refurbished é recondicionado ou renovado, e essa tradução cria uma imagem de que o aparelho refurbished foi usado, desgastado e arrumado por um técnico qualquer. Mas este aparelho tem tanta qualidade quanto um aparelho não RB. Em todo o mundo e também aqui no Brasil, este processo ocorre em várias empresas que fabricam ou montam diversos produtos. Um contato com algum profissional da área da qualidade poderá explicar mais profundamente o...
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Cadeia de Suprimento e Logística Reversa

A chave para uma cadeia de suprimentos de sucesso não é somente planejar como distribuir seu produto, mas como trazer de volta tanto as devoluções de clientes como os produtos obsoletos. Gerenciar devoluções de forma efetiva permite que você resgate valores, reduza desistências e mantenha seus clientes felizes. A Liquidation auxilia a projetar, planejar e implementar uma cadeia de suprimentos reserva que suporta suas metas de lucro e maximiza o valor dos ativos. Trazemos à logística reversa o gerenciamento minucioso, os recursos e a tecnologia necessária para aumentar o controle e a recuperação de bens, aperfeiçoar o gerenciamento de informações e economizar tempo. Fornecemos a melhor experiência aos seus negócios para auxiliá-lo a recuperar valores ou gerenciar processos de reciclagem no descarte de seus bens com segurança. Os serviços incluem: Desinstalação de produtos acabados no local do cliente; Gestão de devoluções, recebimentos e triagem dos produtos devolvidos; Entrega expressa e troca de produtos danificados na entrega; Venda dos produtos no mercado secundário.   Email this...
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Como Reciclar Produtos Eletrônicos ?

Como reciclar produtos eletrônicos? O lixo eletrônico, ou e-lixo, ultrapassa as caixas de e-mail (o famoso spam) e invade a esfera material. São memórias, HDs, CPUs completas, monitores CRT (tubo) e uma porção de outros equipamentos eletrônicos que se transformam em lixo num período de tempo cada vez mais curto. Segundo o Greenpeace, a cada ano são gerados 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico. Se essa quantidade fosse colocada em contêineres de um trem, os vagões carregados dariam uma volta no mundo. Aparelhos eletrônicos ultrapassados ou quebrados, se descartados indevidamente, contaminam o solo e a água por conter metais pesados, como chumbo, níquel e cádmio. Monitores e televisões de tubo contêm, em média, 1,4kg de chumbo. Atrás da tela, há uma camada desse metal com o objetivo de proteger o ser humano dos raios catódicos emitidos pelo tubo de imagem. No caso de ingestão do chumbo, pode haver danos ao sistema nervoso e reprodutivo. Segundo a StEP, aliança apoiada pela ONU, nem todos os materiais que compõem esses equipamentos são nocivos e podem ser reaproveitados. Uma tonelada de celulares velhos, cerca de 6 mil aparelhos, contém em torno de 3,5kg de prata, 340g de ouro, 140g de paládio e 130kg de cobre; já uma bateria de celular possui 3,5g de cobre. Essa quantidade de material vale cerca de US$ 15 mil. A responsabilidade do descarte desses materiais deve ser dividida entre governo, fabricantes e sociedade. Quanto ao papel do governo, ainda não foram elaboradas leis claras e severas que definam uma prática de destino específico para esse material. Existe uma resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente que impõe limite ao volume de metais nocivos ao homem e ao meio ambiente na fabricação dos novos monitores. Todavia, ainda não há nenhuma punição para o lançamento do lixo tóxico no solo. A atuação dos fabricantes, por sua vez, resume-se a uma minoria que faz, efetivamente, o recolhimento e reaproveitamento de seu lixo, deixando que este seja descartado com o lixo comum. A sociedade ainda está engatinhando no processo de conscientização, mas ainda há muito o que aprender. Muita gente não sabe que uma boa parte desses resíduos pode ser reutilizada ou reciclada, e é capaz de gerar novos e diferentes produtos. E mesmo quem já entende essa necessidade e quer ajudar de alguma forma, não sabe como fazê-lo. Foi pensando na importância do destino dado ao e-lixo que o...
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Investimentos em Logística Reversa

CEMPRE propõe modelo único de logística reversa com investimentos de R$70 milhões. Dois anos após a assinatura da Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que demorou duas décadas para ser aprovada no Congresso Nacional, o setor produtivo tem agora prazo para cumprir a obrigação legal de iniciar a logística reversa das embalagens – coleta e retorno do material reciclável à produção industrial após o consumo. Até 31 de dezembro, as empresas precisarão avançar no diálogo setorial, concluir estudos de viabilidade econômica e apresentar um plano sobre como funcionará o sistema brasileiro de reciclagem, a ser aprovado pelo governo federal para entrar em operação no começo de 2013. No ano seguinte, conforme determina a legislação, os lixões deverão estar erradicados, o que exigirá investimentos na construção de um parque nacional de indústrias recicladoras capaz de absorver como matéria-prima o que hoje é descartado a céu aberto. “Chegamos a um momento crucial para a lei sair do papel”, diz Victor Bicca, presidente do Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre). A instituição articulou uma coalizão de 25 associações empresariais para propor um modelo único de logística reversa que seja economicamente viável. O sistema será baseado no fluxo único de materiais por meio da coleta seletiva municipal. Está previsto um investimento privado inicial de R$ 70 milhões, parte a ser aplicada na qualificação de cooperativas de catadores, que precisarão aumentar a capacidade de processamento. Na primeira fase, terão prioridade os 65 municípios e regiões metropolitanas que representam 35% dos resíduos gerados no país, incluindo as cidades-sede da Copa do Mundo. O plano da iniciativa privada é expandir os pontos de entrega voluntária de lixo reciclável pela população e até recomprar embalagens após o uso, de maneira a garantir preços atrativos para quem vende a sucata. A meta é dobrar a reciclagem no Brasil em vinte anos, atraindo novos investimentos, o que esbarra na falta de instrumentos econômicos para estímulo do mercado, não definidos pela nova legislação. O Decreto 7.619, de 2011, estabelece como incentivo o crédito presumido de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para indústrias que comprarem matéria-prima reciclável diretamente das cooperativas. A alíquota do desconto varia de 10% a 50%, conforme o tipo de resíduo. “A medida, tímida, não surtiu efeito no mercado”, analisa Auri Marçon, presidente da Associação Brasileira da Indústria do PET. A maior parte do lixo reciclável do país não é processada por cooperativas, mas por empresas recicladoras,...
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Logística Reversa e Coleta Resíduos Sólidos

Falta de conhecimento sobre logística reversa desafia coleta de resíduos sólidos. O pouco conhecimento a respeito de logística reversa pode ser um dos principais problemas que a indústria brasileira enfrentará para elaborar e colocar em prática um Plano Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). A conclusão é de especialistas e até de autoridades do governo. Para o diretor do departamento de competitividade industrial do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Externo (Mdic), Alexandre Comin, a falta de conhecimento sobre o assunto é uma das maiores dificuldades enfrentadas tanto pelo governo federal como pelas indústrias, para pôr um plano em ação. “Acho que a primeira peça importante que nós colocamos nesse quebra-cabeça foi o estudo de viabilidade técnica e econômica. Foi quando percebemos, há mais ou menos dois anos, com o início do processo, que tínhamos um conhecimento muito escasso sobre o tema”, explicou. Falta de preparo O especialista em direito ambiental e em criminalística do Pinheiro Pedro Advogados, Fernando Pinheiro Pedro, concorda com o representante do ministério no que diz respeito à falta de preparo. Ele cita ainda que, atualmente, existem poucos profissionais aptos, no mercado brasileiro, para desenvolver o PNRS. “O País está lotado de ‘palpiteiros’ e existe uma falta de compromisso por parte de algumas instituições”, afirmou o especialista. Segundo o advogado, há um desconhecimento e uma ignorância muito grande em relação ao assunto. “Além disso, nota-se que alguns ainda não têm certeza absoluta de que a lei entrará em vigor”, ressaltou o advogado. Como anunciado pelo governo federal, em 2014 as empresas que têm unidades no Brasil, deverão dar início ao seu projeto de captação e reaproveitamento de resíduos sólidos. Isso envolverá todo o setor, com o objetivo de diminuir o desperdício de material e incentivar a reciclagem de matéria-prima no País. Segundo Comin, os primeiros estudos realizados, sobre o assunto, pelo Mdic, ajudaram todos os profissionais envolvidos no projeto a se nortear e a ganhar mais conhecimento sobre o tema. No entanto, ele acredita que ainda serão necessários muitos estudos e pesquisas para aprimorar os projetos que já estão sendo desenvolvidos. “Nosso primeiro inimigo é a nossa ignorância. Nós temos um conhecimento limitado sobre uma série de aspectos, por isso, estamos tentando trabalhar nas linhas de menor resistência, como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e com agências de fomento”, disse Comin, em encontro realizado, na última sexta-feira, pela Associação Brasileira da Indústria...
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Reciclagem de produtos eletroeletrônicos

A problemática da reciclagem de produtos eletroeletrônicos órfãos. A problemática criada em torno da destinação e reciclagem de produtos órfãos (como são chamados os itens importados que não tem um fabricante responsável no País ou entram de forma ilegal) pelas fabricantes nacionais de eletroeletrônicos pode ser resolvida por intermediação do governo, que levanta a possibilidade das empresas brasileiras não precisarem se responsabilizar pela reciclagem das peças. Segundo o diretor socioambiental da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), André Saraiva, as companhias nacionais poderiam arcar 100% com a logística reversa e a reciclagem dos órfãos. Entretanto, de acordo com o edital de chamamento para Propostas de Acordo Setorial para Implantação do Sistema de Logística Reversa de Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos no Brasil, lançado no início do ano pelo Ministério do Meio Ambiente, as fabricantes nacionais são responsáveis, nos primeiros cinco anos do projeto, pela reciclagem de 17% do volume comercializado por elas, o que permite o não envolvimento das empresas no processo de tratamento dos produtos considerados órfãos. “Não temos mais obrigação de cuidar de produtos que foram fabricados por estrangeiras. Tenho que fazer minha parte reciclando 17% do volume que comercializo”, afirma Saraiva. Para o consultor ambiental e diretor do Pinheiro Pedro Advogados, Fernando Pinheiro Pedro, as brasileiras, entretanto são responsáveis pela reciclagem dos resíduos órfãos. “Essas companhias devem se responsabilizar pela recuperação desses itens levando em consideração a afinidade de seus produtos com esses materiais produzidos por empresas estrangeiras sem sede no Brasil”, explica Pinheiro Pedro. Em 2011, a Abinee começou a trabalhar em cima de um estudo que levou a criação da Logística Reversa dos Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos (REEE). O documento aponta sete desafios a serem superados pelo setor para a implantação do projeto ambiental. Entre eles está a responsabilidade e a forma de custeio dos produtos órfãos. Com base em dados reunidos no documento, a linha verde (celulares, impressoras, notebooks, etc.) é a mais afetada pela entrada desses itens no mercado informal brasileiro. Os dados retirados do Relatório GIA, elaborado pela Global Intelligence Alliance, apontam uma penetração de 2% desses produtos no segmento de impressoras, 20% em celular, 25% em notebook e 33% em desktop. Em relação à linha branca (geladeiras, fogões, etc.), esses números são menos expressivos. Apenas o ar condicionado sofre com 0,5% de penetração de produtos órfãos, enquanto os demais itens somam 0%. Para Pinheiro Pedro, as peças importadas ou...
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Implementação da logística reversa

Vantagens com a implementação da logística reversa. Vocês com certeza conhecem a frase de Winston Churchill que diz: “Um otimista vê uma oportunidade em cada calamidade. Um pessimista vê uma calamidade em cada oportunidade.” E agora devem estar se perguntando: Mas Patrícia, o que isso tem a ver com Logística Reversa? E eu lhes respondo: TUDO! Principalmente neste momento em que estamos vivendo, no qual constantes desastres naturais são noticiados frequentemente, aumento da quantidade do lixo, poluição, efeito estufa, Política Nacional de Resíduos, entre outros… Então me pergunto: O ser humano é tão capaz de realizar grandes projetos, inventar um sem-fim de produtos e facilidades, por que não inventar algo para resolver o problema do lixo urbano e ao mesmo tempo atender as legislações ambientais existentes? A questão é que já existem diversas soluções para estes problemas, basta entusiasmo e vontade para implementá-las e visão para perceber o retorno do investimento a longo prazo. Muitas pessoas me escrevem perguntando: Quais benefícios/vantagens minha empresa terá se implementar um processo de logística reversa? Terei somente custos? E eu respondo: Vários… Se a empresa implementar um processo de logística reversa adequadamente, visando um retorno de longo prazo, terá inúmeros benefícios, de ordem econômica e financeira, legal, ambiental e de imagem corporativa, além de obter vantagem competitiva sustentável perante os concorrentes. E o que seria essa tal de vantagem competitiva sustentável? É aquela que somente se obtém com um planejamento a longo prazo, no qual são estudados todas as etapas do processo incluindo a sua revisão e realimentação, ou seja, é aquela que o concorrente não conseguirá simplesmente “copiar”. Destacarei aqui a explicação de algumas vantagens para que a idéia fique mais clara: Vantagem econômica e financeira – É o retorno monetário que as empresas que implementam a LR obtém, como por exemplo, a economia e ganhos obtidos com o reaproveitamento de materiais, com a utilização de embalagens retornáveis, com a venda dos resíduos no mercado secundário, com a compra de matéria-prima reciclada no lugar de matéria-prima virgem, além disso, é possível reduzir custos com reclamações e processos de clientes e obter maiores níveis de venda devido a um melhor atendimento ao consumidor. Ainda devo citar as oportunidades de negócios geradas com os novos nichos de mercado, como o caso das empresas retroprocessadoras de resíduos e do desenvolvimento de tecnologias limpas que possibilitam a venda de patentes. Posso citar o exemplo de uma...
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Empresas transformam resíduos em um grande negócio

Grandes empresas concordam: transformar resíduos em novos produtos é um ótimo negócio. A americana P&G, uma das maiores empresas globais de bens de consumo, anunciou recentemente com alarde que 48 fábricas, de um total de 158 que tem por todo o mundo, realizaram a façanha de não enviar mais para aterros sanitários sequer 1 grama de lixo. Entre elas a fábrica da companhia em Manaus, que desde 2012 converte o lodo de sua estação de tratamento de efluentes em combustível para fornos de cimenteiras e reutiliza rebarbas das hastes das lâminas da Gillette, antes descartadas, na produção de novos aparelhos de barbear. O anúncio da P&G é fruto de um movimento que começou lá fora há menos de uma década e vem ganhando força no Brasil: a onda zero waste, por aqui chamada de “aterro zero” ou “resíduo zero”. A primeira fábrica da P&G a abandonar os aterros foi a de Budapeste, na Hungria, em 2007. Outras companhias, como a empresa química DuPont e a montadora GM, entraram na onda logo depois. Todas elas motivadas por uma razão pragmática: nos países ricos, o custo da disposição dos resíduos em aterros está cada vez mais alto. Na Europa, desde 2004 a legislação ambiental impõe uma série de impostos sobre a prática. Lá, o preço médio que uma empresa paga hoje para aterrar 1 tonelada de lixo é 140 euros. Aqui, mandar o lixo para os aterros é bem mais barato: o valor oscila de 60 a 120 reais por tonelada devido à concorrência desleal com formas inadequadas de disposição, como lixões clandestinos. Há, porém, uma tendência inexorável de que esse custo suba e, por isso, as empresas estão se mexendo. Além disso, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, sancionada em 2010, prevê que as companhias façam uma gestão mais criteriosa de seus resíduos. Outro fator é que a maioria não quer ter suas fábricas associadas a imagens de poluição e sujeira. Na corrida rumo ao “aterro zero”, as empresas no Brasil estão em estágios diferentes de evolução. A fábrica da P&G em Manaus é a única da companhia no país que já se livrou dos aterros, mas suas outras quatro unidades localizadas aqui devem se juntar ao grupo em breve — todas têm um índice de aproveitamento de resíduos igual ou superior a 80%. O desempenho da Ambev, que tem 36 fábricas, é ainda mais surpreendente. Sua unidade de Manaus...
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Logística Reversa e Sustentabilidade

Uma reflexão teórica sobre a aplicação da teoria da logística reversa nas organizações, como fonte de vantagem competitiva e sustentabilidade econômica e ecológica. Para que possamos pensar em benefícios e prejuízos para os indivíduos, às organizações, à sociedade e ao meio ambiente. Contextualização da temática Com a atual preocupação com o desenvolvimento econômico, social e ambiental das nações, as pesquisas em estudos organizacionais podem contribuir para a melhoria das condições de vida dos indivíduos e também com questões ambientais emergentes. Neste campo de estudos, a logística reversa vem sendo estudada recentemente no ambiente acadêmico. E Algumas organizações estão colocando em prática. Mas a busca por competitividade em prol da redução de custos talvez seja um desafio às organizações. Pois a percepção de que atividades ligadas a sustentabilidade possam onerar os custos de produção ainda podem ser efeitos de percepções culturais dos indivíduos. Neste ponto, as pesquisas acadêmicas podem contribuir para reduzir este impacto no mercado. Por meio de uma conscientização da sociedade pela diminuição de impactos ambientais e também na melhoria da imagem da organização perante o consumidor ou clientes. Ou seja, que se traduza em competitividade perante consumidores e concorrentes. Portanto, realizar uma investigação que trate ao mesmo tempo de desafio ambientais, da sustentabilidade, da vantagem competitiva e também da logística reversa. Portanto, buscar conclusões sobre a vida organizacional saudável e que contribua positivamente com o meio ambiente e a sociedade. Entretanto, há estudos que apontam para a obtenção de vantagens competitivas com a utilização de canais de distribuição reversos nas empresas por meio do retorno do mercado de materiais que podem ser desenvolvidos produtos, embalagens e informações (LEITE, 2006). Apesar de um grande número de pesquisa sobre logística, há uma pequena quantidade que estuda a análise estratégica da logística e com suas principais políticas (WANKE, 2005). A logística reversa cria uma sensibilidade ecológica nas organizações e também se preocupa com os objetivos econômicos. Por isso a intenção de investigar a logística reversa e a sustentabilidade na perspectiva da geração de vantagem competitiva às organizações. Os objetivos de uma pesquisa nesta área pode ser: a) investigar as vantagens competitivas de organizações que adotaram a logística reversa em sua gestão; b) conhecer os desafios da utilização da logística reversa como ferramenta estratégica; c) analisar os resultados econômicos, sociais e ambientais da prática da logística reserva no mercado. A possibilidade do desenvolvimento de ferramentas organizacionais que proporcionem o crescimento econômico...
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Assessoria e Consultoria em Corporate Barter

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O seu Estoque Excedente voltando a ser Receita.

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