O que é logística de armazenagem?

A logística de armazenagem é imprescindível hoje em dia nas empresas.É ela que possibilita uma melhor integração entre as cadeias de suprimento, produção e distribuição. A logística de armazenagem é excelente pois além de reduzir custos, podemos utilizar o Sistema de Relatório de Pedido em Aberto e verificarmos os atrasos de produção em operações de remessas e atendimento ao cliente, enquanto rastreamos os pedidos em aberto. Com isso é possível dar maiores informações ao cliente, que sente a confiança ao poder rastrear seu pedido e não simplesmente acreditar na palavra do fornecedor. Alguns dos fatores que determinam se a empresa necessita de armazenagem são: 1) Necessidade de compensação de diferentes capacidades das fases de produção. 2) Equilíbrio sazonal. 3) Garantia da continuidade da produção. 4) Custos e especulação. 5) Redução dos custos de mão-de-obra. 6) Redução das perdas de materiais por avarias. 7) Melhoria na organização e controle da armazenagem. 8) Melhoria nas condições de segurança de operação do depósito. A armazenagem é necessária para que os estoques estejam organizados,protegidos de forma adequada e assim permitir entregas e colocação eficiente nas prateleiras sem atrasos para o cliente. Email this...
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O que é Just in Time ?

Hoje, as grandes empresas são pressionadas pela urgência de aumentar a produtividade. Por essa razão, muitas delas resolveram adotar técnicas alternativas. A técnica, meta ou filosofia de Gestão Just in Time tem merecido recentemente grande destaque em todo mundo, tendo em vista a grande necessidade de redução de custos à área de produção. Com este trabalho, procuramos mostrar de uma forma bastante sucinta e precisa, que a filosofia pode ser traduzida em: produção sem estoques, eliminação dos desperdícios, sistema de melhoria contínua do processo etc. Enfim, este sistema da cultura japonesa (berço do Just in Time nos anos 70) é composta de práticas gerenciais que podem ser aplicadas em qualquer parte do mundo e em qualquer empresa, que tem por objetivo a melhoria contínua do processo produtivo. JUST IN TIME O Just in Time (JIT) surgiu no Japão em meados da década de 70, sendo sua idéia básica e seu desenvolvimento creditados à Toyota Motor Company, a qual buscava um sistema de administração que pudesse coordenar a produção com a demanda específica de diferentes modelos e cores de veículos com o mínimo atraso. O sistema de “puxar” a produção a partir da demanda, produzindo em cada somente os itens necessários, nas quantidades necessárias e no momento necessário, ficou conhecido no Ocidente como sistema Kanban. Este nome é dado aos cartões utilizados para autorizar a produção e a movimentação de itens, ao longo do processo produtivo. Contudo, o JIT é muito mais do que uma técnica ou um conjunto de técnicas de administração da produção, sendo considerado como uma completa “filosofia”, a qual inclui aspectos de administração de materiais, gestão da qualidade, arranjo físico, projeto do produto, organização do trabalho e gestão de recursos humanos. Embora haja quem diga que o sucesso do sistema de administração JIT esteja calcado nas características culturais do povo japonês, mais e mais gerentes e acadêmicos têm-se convencido de que esta filosofia é composta de práticas gerenciais que podem ser aplicadas em qualquer parte do mundo. Algumas expressões são geralmente usadas para traduzir aspectos da filosofia Just in Time: eliminação de estoques; eliminação de desperdícios; manufatura de fluxo contínuo, esforço contínuo na resolução de problemas; melhoria contínua dos processos. OBJETIVOS O sistema JIT tem como objetivo fundamental a melhoria contínua do processo produtivo. A perseguição destes objetivos dá-se, através de um mecanismo de redução dos estoques, os quais tendem a camuflar problemas. Os estoques têm...
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Compra de produtos com marcas próprias pode auxiliar as grandes redes de supermercados a realizar a logística reversa.

Compra de produtos com marcas próprias pode auxiliar as grandes redes de supermercados a realizar a logística reversa. O impulso de compra de produtos com marcas próprias – geralmente bem mais baratos do que os de marcas famosas – deve se mostrar como uma saída a ser utilizada por empresas do setor varejista, tanto para incrementar o faturamento, como para tentar resolver certas questões como a aproximação do consumidor à marca e a diminuição da dependência de produtos importados. Desta maneira, deve ajudar, aliás, a questão da logística reversa – a ser analisada em 2014 -, com a nova Lei dos Resíduos, que deverá entrar em vigor, mas ainda causa desconforto entre as empresas por falta de regras claras. A perspectiva é de que várias categorias tenham, nos próximos anos, um leque grande de marcas próprias disputando as gôndolas. Desta maneira, a dependência dos produtos importados poderá ser menor e, assim que for aprovada a norma para a logística reversa de resíduos, uma das maiores preocupações do varejo – o que fazer com os itens importados – possa ser até algo minimizado. Isso, claro, se houver realmente a ampliação de itens marca própria nas lojas. Afinal, esses produtos são produzidos por fornecedores locais, e a divisão da responsabilidade do descarte correto desses produtos poderia mesmo ficar mais prática, pois caberá ao comércio receber, em postos de coleta, as embalagens e demais produtos usados descartados pelos clientes. A indústria fará a separação dos materiais retornados para encaminhá-los à reciclagem ou aterros sanitários, dependendo da natureza do “lixo”. Responsável por fornecer cookies e biscoitos a players como as redes Dia e Pão de Açúcar, a Dauper registra crescimento médio de 35% ao ano e, segundo o diretor Comercial da empresa, Raul Matos, o uso das marcas próprias pode contribuir ainda mais com o setor varejista e proporcionar menor dependência aos bens de consumo estrangeiros. “A marca própria pode ajudar no sentido de suprir a inovação, que as empresas buscavam antes com os importados”, comentou ele. Com os negócios aquecidos, a previsão é da Dauper crescer 30% em 2013, com novos produtos e expansão da rede própria de lojas. Para o executivo da marca, o papel do segmento tem mudado no Brasil. “O desenvolvimento da marca própria hoje no Brasil já segue um pouco a Europa, onde os varejistas lançam tendências. Aqui, eles pegavam o que já existia, descobriam qual o preço,...
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