Cadeia de Suprimento e Logística Reversa

A chave para uma cadeia de suprimentos de sucesso não é somente planejar como distribuir seu produto, mas como trazer de volta tanto as devoluções de clientes como os produtos obsoletos. Gerenciar devoluções de forma efetiva permite que você resgate valores, reduza desistências e mantenha seus clientes felizes. A Liquidation auxilia a projetar, planejar e implementar uma cadeia de suprimentos reserva que suporta suas metas de lucro e maximiza o valor dos ativos. Trazemos à logística reversa o gerenciamento minucioso, os recursos e a tecnologia necessária para aumentar o controle e a recuperação de bens, aperfeiçoar o gerenciamento de informações e economizar tempo. Fornecemos a melhor experiência aos seus negócios para auxiliá-lo a recuperar valores ou gerenciar processos de reciclagem no descarte de seus bens com segurança. Os serviços incluem: Desinstalação de produtos acabados no local do cliente; Gestão de devoluções, recebimentos e triagem dos produtos devolvidos; Entrega expressa e troca de produtos danificados na entrega; Venda dos produtos no mercado secundário....
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Ativos de Baixo Giro

Você sabe realmente o que quer dizer Retorno Sobre o Patrimônio Líquido? Extremamente fácil de calcular, o Retorno sobre o Patrimônio Líquido, (ou do inglês “Return On Equity” – ROE) é uma arma poderosa no arsenal do investidor, se ele conseguir entender exatamente para que serve. O Retorno sobre o Patrimônio Líquido engloba três “alavancas” a disposição da administração para acelerar ou desacelerar uma empresa: a lucratividade; a administração de ativos; e a alavancagem financeira. Entendendo o Retorno sobre o Patrimônio Líquido como uma composição dessas três alavancas a disposição da administração, os investidores poderão ter uma boa idéia do tipo de Retorno sobre o Patrimônio Líquido que poderão esperar, e da capacidade administrativa da empresa. O Retorno sobre o Patrimônio Líquido é calculado dividindo-se o lucro obtido naquele ano pelo Patrimônio Líquido Médio do mesmo ano. O Lucro vem do Demonstrativo de Resultados e o Patrimônio Líquido do Balanço Patrimonial, que estão disponíveis gratuitamente no site da CVM. (existem outras variações como, por exemplo, utilizar o Patrimônio Líquido do ano anterior, ou o Lucro médio dos últimos cinco anos. Os lucros podem também ser anualizados. Uma forma de estimá-los é somar os quatro últimos resultados trimestrais disponíveis. Os investidores devem ter cuidado para não anualizar resultados de um negócio sazonal onde todos os resultados estão concentrados em um ou dois trimestres). Patrimônio Líquido é a diferença entre Ativos e Passivos existentes no Balanço Patrimonial. Assumimos que esses ativos (sem os passivos correspondentes) são função direta do capital que o acionista colocou no negócio originalmente, assim que ele foi criado. Logo, o Patrimônio Líquido é uma convenção contábil que representam os ativos que foram gerados pelo próprio negócio. A forma mais comum de encontrarmos o Patrimônio Líquido é na forma de valor patrimonial por ação. Valor patrimonial por ação é o Patrimônio Líquido total dividido pelo número de ações existentes. Um valor contábil do negócio que não leva em consideração seu valor econômico intrínseco nem seu valor de mercado. Um negócio que cria bastante Patrimônio Líquido é um bom negócio porquê os investidores que criaram o empreendimento poderão ser recompensados pelos resultados auferidos pelas operações do negócio. Um negócio que possui alto Retorno sobre o Patrimônio Líquido é um negócio que paga condignamente os seus acionistas, criando ativos substanciais para cada real investido. Esses negócios são auto-sustentáveis, pois não necessitam de empréstimos ou investimentos adicionais em Patrimônio para continuar...
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Soluções para Estoques de Baixo Giro

Estoques de Baixo Giro: A gestão de estoque é uma ferramenta essencial para apoiar os principais propósitos de toda empresa: lucro e a satisfação dos clientes. “Quem faz um controle eficiente do estoque, frequentemente, consegue praticar melhores preços, atende com agilidade e tem mais qualidade no serviço prestado ou produto comercializado”, ressalta Reinaldo Messias, consultor do Sebrae-SP. Ele explica que uma gestão de estoque feita de maneira adequada é aquela que, preocupada com o capital do negócio, está sempre respondendo a cinco questões básicas: Onde estocar? Avalie o espaço físico da área de estocagem: escolha o ambiente, que permita as melhores condições de armazenamento, visualização, acesso e controle dos artigos. O que está estocado e o que devo estocar? Tudo pode, mas nem tudo deve ser estocado, principalmente, se for em quantidade não adequada com o consumo previsto. Tudo vai depender dos riscos que se corre em deixar acabar o item no estoque e o que este fato altera a relação com o cliente, considerando ainda o risco de sobrar material com validade inadequada ou fora de moda. Na prática: suponha que em sua loja de roupas num centro comercial qualquer, você tenha uma vitrine, iluminada por 10 pequenas lâmpadas, onde são expostos os artigos que você mais deseja comercializar. Você necessita ter lâmpadas em estoque? Provavelmente não, pois se alguma queimar você pode providenciar sua reposição a qualquer momento, além do que uma lâmpada a menos não fará grande diferença para o desempenho da atividade. Por outro lado, se a vitrine tiver uma peça que não haja no estoque, você perde chance de promover uma boa venda e deixa seu cliente insatisfeito. Quanto estocar e por quanto tempo? Pense nas seguintes regras para responder a essa pergunta: o estoque não deve estar alto quando o caixa (dinheiro disponível) está baixo; e o nível dos estoques deve acompanhar a venda dos produtos. Quando se tem uma previsão de vendas para o próximo período e as quantidades estocadas de cada artigo, basta acrescentar o tempo e a quantidade mínima exigida pelo fornecedor para repor os artigos a serem estocados. Na prática: supondo uma venda de 10 unidades de uma determinada linha de artigos por dia e se seu prazo para reposição for de três dias, deveremos fazer um novo pedido quando a quantidade percebida em estoque for de trinta unidades, mais uma segurança para eventuais atrasos. É sempre bom, periodicamente,...
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Como os componentes eletrônicos são reciclados ?

Como os principais componentes de eletrônicos são reciclados? Grande parte do lixo eletrônico pode ser reciclado, mas nem todo mundo sabe como fazê-lo. O mundo inteiro sofre com o descarte indevido de aparelhos eletrônicos: os seus componentes apresentam metais pesados (como chumbo, níquel e cádmio) capazes de poluir o solo e os lençóis freáticos. Monitores e televisões de tubo contêm, em média, 1,4 kg de chumbo, o qual pode causar danos ao sistema nervoso e reprodutivo quando ingerido. Dado esse perigo, saber como os eletrônicos são reciclados é de fundamental importância. Como se livrar do e-lixo Primeiramente, o ideal é nunca jogar fora um aparelho eletrônico junto com o lixo comum: por mais que você o separe como “lixo reciclável”, os aterros sanitários brasileiros não estão preparados para realizar o processo de reciclagem específico de celulares ou computadores. Para isso, você precisa contatar a empresa responsável pela fabricação do aparelho ou um serviço especializado de reciclagem: eles podem ir até a sua casa buscar o eletrônico. Caso você não saiba de nenhum lugar com essa função, a ONG brasileira E-Lixo Maps mostra a empresa de reciclagem capacitada mais próxima da sua casa. Entretanto, jogar fora produtos tecnológicos é o procedimento menos recomendado, já que mesmo estragados eles ainda possuem muitos componentes reaproveitáveis. Dados da Global Intelligence Alliance indicam que 35% dos consumidores não descartam os aparelhos antigos: como o valor pago é muito alto, o eletrônico é mantido guardado. Outros 30% os doam para instituições de caridade. Já cerca de 20% revendem o produto e 7% o jogam fora, de fato. Levando isso em conta, o Brasil parece ainda descartar menos eletrônicos do que países mais desenvolvidos, o que é bom por questões ecológicas. O processo de reciclagem Reciclar produtos eletrônicos é interessante não apenas para preservar o meio-ambiente, mas também para economizar na produção de novos aparelhos. Afinal, durante a reciclagem é possível recuperar, a partir de placas e chips, uma pequena quantidade de ouro, prata, índio, cobre e outros metais nobres; são 17 tipos ao todo. Por exemplo, em uma tonelada de PCs existe mais ouro do que em 17 toneladas do minério bruto do metal. Embora já sejamos capazes de separar os principais componentes de aparelhos eletrônicos, no Brasil ainda não existe um método para realizar a separação detalhada de metais nobres. Apesar disso, esse lixo é vendido e exportado para países com a tecnologia necessária:...
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Como Reciclar Produtos Eletrônicos ?

Como reciclar produtos eletrônicos? O lixo eletrônico, ou e-lixo, ultrapassa as caixas de e-mail (o famoso spam) e invade a esfera material. São memórias, HDs, CPUs completas, monitores CRT (tubo) e uma porção de outros equipamentos eletrônicos que se transformam em lixo num período de tempo cada vez mais curto. Segundo o Greenpeace, a cada ano são gerados 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico. Se essa quantidade fosse colocada em contêineres de um trem, os vagões carregados dariam uma volta no mundo. Aparelhos eletrônicos ultrapassados ou quebrados, se descartados indevidamente, contaminam o solo e a água por conter metais pesados, como chumbo, níquel e cádmio. Monitores e televisões de tubo contêm, em média, 1,4kg de chumbo. Atrás da tela, há uma camada desse metal com o objetivo de proteger o ser humano dos raios catódicos emitidos pelo tubo de imagem. No caso de ingestão do chumbo, pode haver danos ao sistema nervoso e reprodutivo. Segundo a StEP, aliança apoiada pela ONU, nem todos os materiais que compõem esses equipamentos são nocivos e podem ser reaproveitados. Uma tonelada de celulares velhos, cerca de 6 mil aparelhos, contém em torno de 3,5kg de prata, 340g de ouro, 140g de paládio e 130kg de cobre; já uma bateria de celular possui 3,5g de cobre. Essa quantidade de material vale cerca de US$ 15 mil. A responsabilidade do descarte desses materiais deve ser dividida entre governo, fabricantes e sociedade. Quanto ao papel do governo, ainda não foram elaboradas leis claras e severas que definam uma prática de destino específico para esse material. Existe uma resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente que impõe limite ao volume de metais nocivos ao homem e ao meio ambiente na fabricação dos novos monitores. Todavia, ainda não há nenhuma punição para o lançamento do lixo tóxico no solo. A atuação dos fabricantes, por sua vez, resume-se a uma minoria que faz, efetivamente, o recolhimento e reaproveitamento de seu lixo, deixando que este seja descartado com o lixo comum. A sociedade ainda está engatinhando no processo de conscientização, mas ainda há muito o que aprender. Muita gente não sabe que uma boa parte desses resíduos pode ser reutilizada ou reciclada, e é capaz de gerar novos e diferentes produtos. E mesmo quem já entende essa necessidade e quer ajudar de alguma forma, não sabe como fazê-lo. Foi pensando na importância do destino dado ao e-lixo que o...
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Compra de produtos com marcas próprias pode auxiliar as grandes redes de supermercados a realizar a logística reversa.

Compra de produtos com marcas próprias pode auxiliar as grandes redes de supermercados a realizar a logística reversa. O impulso de compra de produtos com marcas próprias – geralmente bem mais baratos do que os de marcas famosas – deve se mostrar como uma saída a ser utilizada por empresas do setor varejista, tanto para incrementar o faturamento, como para tentar resolver certas questões como a aproximação do consumidor à marca e a diminuição da dependência de produtos importados. Desta maneira, deve ajudar, aliás, a questão da logística reversa – a ser analisada em 2014 -, com a nova Lei dos Resíduos, que deverá entrar em vigor, mas ainda causa desconforto entre as empresas por falta de regras claras. A perspectiva é de que várias categorias tenham, nos próximos anos, um leque grande de marcas próprias disputando as gôndolas. Desta maneira, a dependência dos produtos importados poderá ser menor e, assim que for aprovada a norma para a logística reversa de resíduos, uma das maiores preocupações do varejo – o que fazer com os itens importados – possa ser até algo minimizado. Isso, claro, se houver realmente a ampliação de itens marca própria nas lojas. Afinal, esses produtos são produzidos por fornecedores locais, e a divisão da responsabilidade do descarte correto desses produtos poderia mesmo ficar mais prática, pois caberá ao comércio receber, em postos de coleta, as embalagens e demais produtos usados descartados pelos clientes. A indústria fará a separação dos materiais retornados para encaminhá-los à reciclagem ou aterros sanitários, dependendo da natureza do “lixo”. Responsável por fornecer cookies e biscoitos a players como as redes Dia e Pão de Açúcar, a Dauper registra crescimento médio de 35% ao ano e, segundo o diretor Comercial da empresa, Raul Matos, o uso das marcas próprias pode contribuir ainda mais com o setor varejista e proporcionar menor dependência aos bens de consumo estrangeiros. “A marca própria pode ajudar no sentido de suprir a inovação, que as empresas buscavam antes com os importados”, comentou ele. Com os negócios aquecidos, a previsão é da Dauper crescer 30% em 2013, com novos produtos e expansão da rede própria de lojas. Para o executivo da marca, o papel do segmento tem mudado no Brasil. “O desenvolvimento da marca própria hoje no Brasil já segue um pouco a Europa, onde os varejistas lançam tendências. Aqui, eles pegavam o que já existia, descobriam qual o preço,...
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Investimentos em Logística Reversa

CEMPRE propõe modelo único de logística reversa com investimentos de R$70 milhões. Dois anos após a assinatura da Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que demorou duas décadas para ser aprovada no Congresso Nacional, o setor produtivo tem agora prazo para cumprir a obrigação legal de iniciar a logística reversa das embalagens – coleta e retorno do material reciclável à produção industrial após o consumo. Até 31 de dezembro, as empresas precisarão avançar no diálogo setorial, concluir estudos de viabilidade econômica e apresentar um plano sobre como funcionará o sistema brasileiro de reciclagem, a ser aprovado pelo governo federal para entrar em operação no começo de 2013. No ano seguinte, conforme determina a legislação, os lixões deverão estar erradicados, o que exigirá investimentos na construção de um parque nacional de indústrias recicladoras capaz de absorver como matéria-prima o que hoje é descartado a céu aberto. “Chegamos a um momento crucial para a lei sair do papel”, diz Victor Bicca, presidente do Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre). A instituição articulou uma coalizão de 25 associações empresariais para propor um modelo único de logística reversa que seja economicamente viável. O sistema será baseado no fluxo único de materiais por meio da coleta seletiva municipal. Está previsto um investimento privado inicial de R$ 70 milhões, parte a ser aplicada na qualificação de cooperativas de catadores, que precisarão aumentar a capacidade de processamento. Na primeira fase, terão prioridade os 65 municípios e regiões metropolitanas que representam 35% dos resíduos gerados no país, incluindo as cidades-sede da Copa do Mundo. O plano da iniciativa privada é expandir os pontos de entrega voluntária de lixo reciclável pela população e até recomprar embalagens após o uso, de maneira a garantir preços atrativos para quem vende a sucata. A meta é dobrar a reciclagem no Brasil em vinte anos, atraindo novos investimentos, o que esbarra na falta de instrumentos econômicos para estímulo do mercado, não definidos pela nova legislação. O Decreto 7.619, de 2011, estabelece como incentivo o crédito presumido de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para indústrias que comprarem matéria-prima reciclável diretamente das cooperativas. A alíquota do desconto varia de 10% a 50%, conforme o tipo de resíduo. “A medida, tímida, não surtiu efeito no mercado”, analisa Auri Marçon, presidente da Associação Brasileira da Indústria do PET. A maior parte do lixo reciclável do país não é processada por cooperativas, mas por empresas recicladoras,...
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Logística Reversa e Coleta Resíduos Sólidos

Falta de conhecimento sobre logística reversa desafia coleta de resíduos sólidos. O pouco conhecimento a respeito de logística reversa pode ser um dos principais problemas que a indústria brasileira enfrentará para elaborar e colocar em prática um Plano Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). A conclusão é de especialistas e até de autoridades do governo. Para o diretor do departamento de competitividade industrial do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Externo (Mdic), Alexandre Comin, a falta de conhecimento sobre o assunto é uma das maiores dificuldades enfrentadas tanto pelo governo federal como pelas indústrias, para pôr um plano em ação. “Acho que a primeira peça importante que nós colocamos nesse quebra-cabeça foi o estudo de viabilidade técnica e econômica. Foi quando percebemos, há mais ou menos dois anos, com o início do processo, que tínhamos um conhecimento muito escasso sobre o tema”, explicou. Falta de preparo O especialista em direito ambiental e em criminalística do Pinheiro Pedro Advogados, Fernando Pinheiro Pedro, concorda com o representante do ministério no que diz respeito à falta de preparo. Ele cita ainda que, atualmente, existem poucos profissionais aptos, no mercado brasileiro, para desenvolver o PNRS. “O País está lotado de ‘palpiteiros’ e existe uma falta de compromisso por parte de algumas instituições”, afirmou o especialista. Segundo o advogado, há um desconhecimento e uma ignorância muito grande em relação ao assunto. “Além disso, nota-se que alguns ainda não têm certeza absoluta de que a lei entrará em vigor”, ressaltou o advogado. Como anunciado pelo governo federal, em 2014 as empresas que têm unidades no Brasil, deverão dar início ao seu projeto de captação e reaproveitamento de resíduos sólidos. Isso envolverá todo o setor, com o objetivo de diminuir o desperdício de material e incentivar a reciclagem de matéria-prima no País. Segundo Comin, os primeiros estudos realizados, sobre o assunto, pelo Mdic, ajudaram todos os profissionais envolvidos no projeto a se nortear e a ganhar mais conhecimento sobre o tema. No entanto, ele acredita que ainda serão necessários muitos estudos e pesquisas para aprimorar os projetos que já estão sendo desenvolvidos. “Nosso primeiro inimigo é a nossa ignorância. Nós temos um conhecimento limitado sobre uma série de aspectos, por isso, estamos tentando trabalhar nas linhas de menor resistência, como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e com agências de fomento”, disse Comin, em encontro realizado, na última sexta-feira, pela Associação Brasileira da Indústria...
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Reciclagem de produtos eletroeletrônicos

A problemática da reciclagem de produtos eletroeletrônicos órfãos. A problemática criada em torno da destinação e reciclagem de produtos órfãos (como são chamados os itens importados que não tem um fabricante responsável no País ou entram de forma ilegal) pelas fabricantes nacionais de eletroeletrônicos pode ser resolvida por intermediação do governo, que levanta a possibilidade das empresas brasileiras não precisarem se responsabilizar pela reciclagem das peças. Segundo o diretor socioambiental da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), André Saraiva, as companhias nacionais poderiam arcar 100% com a logística reversa e a reciclagem dos órfãos. Entretanto, de acordo com o edital de chamamento para Propostas de Acordo Setorial para Implantação do Sistema de Logística Reversa de Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos no Brasil, lançado no início do ano pelo Ministério do Meio Ambiente, as fabricantes nacionais são responsáveis, nos primeiros cinco anos do projeto, pela reciclagem de 17% do volume comercializado por elas, o que permite o não envolvimento das empresas no processo de tratamento dos produtos considerados órfãos. “Não temos mais obrigação de cuidar de produtos que foram fabricados por estrangeiras. Tenho que fazer minha parte reciclando 17% do volume que comercializo”, afirma Saraiva. Para o consultor ambiental e diretor do Pinheiro Pedro Advogados, Fernando Pinheiro Pedro, as brasileiras, entretanto são responsáveis pela reciclagem dos resíduos órfãos. “Essas companhias devem se responsabilizar pela recuperação desses itens levando em consideração a afinidade de seus produtos com esses materiais produzidos por empresas estrangeiras sem sede no Brasil”, explica Pinheiro Pedro. Em 2011, a Abinee começou a trabalhar em cima de um estudo que levou a criação da Logística Reversa dos Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos (REEE). O documento aponta sete desafios a serem superados pelo setor para a implantação do projeto ambiental. Entre eles está a responsabilidade e a forma de custeio dos produtos órfãos. Com base em dados reunidos no documento, a linha verde (celulares, impressoras, notebooks, etc.) é a mais afetada pela entrada desses itens no mercado informal brasileiro. Os dados retirados do Relatório GIA, elaborado pela Global Intelligence Alliance, apontam uma penetração de 2% desses produtos no segmento de impressoras, 20% em celular, 25% em notebook e 33% em desktop. Em relação à linha branca (geladeiras, fogões, etc.), esses números são menos expressivos. Apenas o ar condicionado sofre com 0,5% de penetração de produtos órfãos, enquanto os demais itens somam 0%. Para Pinheiro Pedro, as peças importadas ou...
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Implementação da logística reversa

Vantagens com a implementação da logística reversa. Vocês com certeza conhecem a frase de Winston Churchill que diz: “Um otimista vê uma oportunidade em cada calamidade. Um pessimista vê uma calamidade em cada oportunidade.” E agora devem estar se perguntando: Mas Patrícia, o que isso tem a ver com Logística Reversa? E eu lhes respondo: TUDO! Principalmente neste momento em que estamos vivendo, no qual constantes desastres naturais são noticiados frequentemente, aumento da quantidade do lixo, poluição, efeito estufa, Política Nacional de Resíduos, entre outros… Então me pergunto: O ser humano é tão capaz de realizar grandes projetos, inventar um sem-fim de produtos e facilidades, por que não inventar algo para resolver o problema do lixo urbano e ao mesmo tempo atender as legislações ambientais existentes? A questão é que já existem diversas soluções para estes problemas, basta entusiasmo e vontade para implementá-las e visão para perceber o retorno do investimento a longo prazo. Muitas pessoas me escrevem perguntando: Quais benefícios/vantagens minha empresa terá se implementar um processo de logística reversa? Terei somente custos? E eu respondo: Vários… Se a empresa implementar um processo de logística reversa adequadamente, visando um retorno de longo prazo, terá inúmeros benefícios, de ordem econômica e financeira, legal, ambiental e de imagem corporativa, além de obter vantagem competitiva sustentável perante os concorrentes. E o que seria essa tal de vantagem competitiva sustentável? É aquela que somente se obtém com um planejamento a longo prazo, no qual são estudados todas as etapas do processo incluindo a sua revisão e realimentação, ou seja, é aquela que o concorrente não conseguirá simplesmente “copiar”. Destacarei aqui a explicação de algumas vantagens para que a idéia fique mais clara: Vantagem econômica e financeira – É o retorno monetário que as empresas que implementam a LR obtém, como por exemplo, a economia e ganhos obtidos com o reaproveitamento de materiais, com a utilização de embalagens retornáveis, com a venda dos resíduos no mercado secundário, com a compra de matéria-prima reciclada no lugar de matéria-prima virgem, além disso, é possível reduzir custos com reclamações e processos de clientes e obter maiores níveis de venda devido a um melhor atendimento ao consumidor. Ainda devo citar as oportunidades de negócios geradas com os novos nichos de mercado, como o caso das empresas retroprocessadoras de resíduos e do desenvolvimento de tecnologias limpas que possibilitam a venda de patentes. Posso citar o exemplo de uma...
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Empresas transformam resíduos em um grande negócio

Grandes empresas concordam: transformar resíduos em novos produtos é um ótimo negócio. A americana P&G, uma das maiores empresas globais de bens de consumo, anunciou recentemente com alarde que 48 fábricas, de um total de 158 que tem por todo o mundo, realizaram a façanha de não enviar mais para aterros sanitários sequer 1 grama de lixo. Entre elas a fábrica da companhia em Manaus, que desde 2012 converte o lodo de sua estação de tratamento de efluentes em combustível para fornos de cimenteiras e reutiliza rebarbas das hastes das lâminas da Gillette, antes descartadas, na produção de novos aparelhos de barbear. O anúncio da P&G é fruto de um movimento que começou lá fora há menos de uma década e vem ganhando força no Brasil: a onda zero waste, por aqui chamada de “aterro zero” ou “resíduo zero”. A primeira fábrica da P&G a abandonar os aterros foi a de Budapeste, na Hungria, em 2007. Outras companhias, como a empresa química DuPont e a montadora GM, entraram na onda logo depois. Todas elas motivadas por uma razão pragmática: nos países ricos, o custo da disposição dos resíduos em aterros está cada vez mais alto. Na Europa, desde 2004 a legislação ambiental impõe uma série de impostos sobre a prática. Lá, o preço médio que uma empresa paga hoje para aterrar 1 tonelada de lixo é 140 euros. Aqui, mandar o lixo para os aterros é bem mais barato: o valor oscila de 60 a 120 reais por tonelada devido à concorrência desleal com formas inadequadas de disposição, como lixões clandestinos. Há, porém, uma tendência inexorável de que esse custo suba e, por isso, as empresas estão se mexendo. Além disso, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, sancionada em 2010, prevê que as companhias façam uma gestão mais criteriosa de seus resíduos. Outro fator é que a maioria não quer ter suas fábricas associadas a imagens de poluição e sujeira. Na corrida rumo ao “aterro zero”, as empresas no Brasil estão em estágios diferentes de evolução. A fábrica da P&G em Manaus é a única da companhia no país que já se livrou dos aterros, mas suas outras quatro unidades localizadas aqui devem se juntar ao grupo em breve — todas têm um índice de aproveitamento de resíduos igual ou superior a 80%. O desempenho da Ambev, que tem 36 fábricas, é ainda mais surpreendente. Sua unidade de Manaus...
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Logística Reversa e Sustentabilidade

Uma reflexão teórica sobre a aplicação da teoria da logística reversa nas organizações, como fonte de vantagem competitiva e sustentabilidade econômica e ecológica. Para que possamos pensar em benefícios e prejuízos para os indivíduos, às organizações, à sociedade e ao meio ambiente. Contextualização da temática Com a atual preocupação com o desenvolvimento econômico, social e ambiental das nações, as pesquisas em estudos organizacionais podem contribuir para a melhoria das condições de vida dos indivíduos e também com questões ambientais emergentes. Neste campo de estudos, a logística reversa vem sendo estudada recentemente no ambiente acadêmico. E Algumas organizações estão colocando em prática. Mas a busca por competitividade em prol da redução de custos talvez seja um desafio às organizações. Pois a percepção de que atividades ligadas a sustentabilidade possam onerar os custos de produção ainda podem ser efeitos de percepções culturais dos indivíduos. Neste ponto, as pesquisas acadêmicas podem contribuir para reduzir este impacto no mercado. Por meio de uma conscientização da sociedade pela diminuição de impactos ambientais e também na melhoria da imagem da organização perante o consumidor ou clientes. Ou seja, que se traduza em competitividade perante consumidores e concorrentes. Portanto, realizar uma investigação que trate ao mesmo tempo de desafio ambientais, da sustentabilidade, da vantagem competitiva e também da logística reversa. Portanto, buscar conclusões sobre a vida organizacional saudável e que contribua positivamente com o meio ambiente e a sociedade. Entretanto, há estudos que apontam para a obtenção de vantagens competitivas com a utilização de canais de distribuição reversos nas empresas por meio do retorno do mercado de materiais que podem ser desenvolvidos produtos, embalagens e informações (LEITE, 2006). Apesar de um grande número de pesquisa sobre logística, há uma pequena quantidade que estuda a análise estratégica da logística e com suas principais políticas (WANKE, 2005). A logística reversa cria uma sensibilidade ecológica nas organizações e também se preocupa com os objetivos econômicos. Por isso a intenção de investigar a logística reversa e a sustentabilidade na perspectiva da geração de vantagem competitiva às organizações. Os objetivos de uma pesquisa nesta área pode ser: a) investigar as vantagens competitivas de organizações que adotaram a logística reversa em sua gestão; b) conhecer os desafios da utilização da logística reversa como ferramenta estratégica; c) analisar os resultados econômicos, sociais e ambientais da prática da logística reserva no mercado. A possibilidade do desenvolvimento de ferramentas organizacionais que proporcionem o crescimento econômico...
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O que faz um coordenador de logística?

Logística é a área de uma empresa que tem a responsabilidade de cuidar do controle da matéria-prima necessária para a produção da empresa e também a distribuição dos produtos produzidos. O profissional de logística tenta sempre otimizar os processos e diminuir custos. Quanto maior a empresa, mais complicada fica a distribuição logística. Imagine, por exemplo, uma grande rede varejista com dezenas de mercados. Comprar dezenas de produtos e fazê-los chegar até as gôndolas, com o menor gasto e tempo possível, é o objetivo. Um coordenador de logística é o profissional responsável pela coordenação de toda a área de logística da empresa. Ele quem cuida dos estoques da empresa, da distribuição da produção em toda a área de atuação da empresa, controle de horários das entregas, controle de rotas e meios de transporte, etc. O coordenador de logística tenta sempre utilizar os recursos disponíveis da melhor forma possível, por exemplo, programar a entrega de uma carga dentro do horário de trabalho do motorista e entregador, evitando o pagamento de horas extras. O coordenador de logística, hoje, deve saber utilizar softwares que auxiliam seu trabalho. O que estudar? Para atuar na área não é necessário curso superior, mas tanta responsabilidade exige que os profissionais sejam os mais qualificados possíveis. Portanto, ter um curso técnico ou superior na área de Logística passa a ser um diferencial. Falar outras línguas é extremamente importante para a comunicação com os clientes. Espanhol é essencial caso a empresa atue no Mercosul, e inglês caso exporte para países além da América...
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O que faz um analista de logística?

O analista de logística é o profissional que trata da armazenagem, transporte e distribuição dos produtos de uma determinada empresa. As suas principais funções são: Otimizar os processos relativos ao armazenamento, transporte e distribuição dos produtos; Gerir as redes de distribuição; Negociar com os outros intermediários; Conhecer bem o estoque; Cuidar da embalamento e transporte adequados dos objetos; Zelar pela manutenção da qualidade dos produtos, em especial, dos produtos alimentares. O analista de logística deverá ser dinâmico, ter bons conhecimentos contabilísticos e de gestão e estar atento ao...
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O que faz um gerente de logística?

O Gerente de Logística encurta distâncias, conecta pessoas, expande as fronteiras de uma empresa. Num país de dimensões continentais como o Brasil, cada vez mais interligado com a Internet, e mais eficaz em fornecer ao mundo produtos de qualidade, a logística torna-se uma das funções vitais do mundo dos negócios. É o Gerente de Logística o responsável pela supervisão de um produto que sai da linha de montagem numa fábrica, digamos, em Porto Alegre (Rio Grande do Sul), e vai para a gôndola de um supermercado em Natal (Rio Grande do Norte). O Gerente de Logística supervisiona – através de planejamento, controle e avaliação de eficiência –, os meios de transportes utilizados pela empresa ou indústria, organizando os recursos demandados pelo transporte de bens, e certificando-se de que a estocagem, distribuição e transporte atenda as necessidades da empresa. O que estudar? O primeiro passo é ingressar num curso superior em logística. Atualmente existem vários, em todo o país. Recomenda-se também um bom curso de pós-graduação, como o de Especialização em Logística Empresarial, Logística de Transporte ou Gestão de Compras no...
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